segunda-feira, março 31

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Pensamentos e Espiritualidade               
(sm3pensamentos)

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domingo, março 30

Yupiiiii

Já estou a trabalhar, após um ano e sete meses na Amadora!!!
Era tudo o que eu precisava e ainda por cima na área que mais gosto de trabalhar!
Ajudar os nossos idosos com dignidade...
Obrigada meu Deus.
Madalena

O ARQUÉTIPO DA AUTOPIEDADE

O ARQUÉTIPO DA AUTOPIEDADE

Uma pessoa nasce com questões de piedade para resolver. Traz isto de outras vidas, naturalmente acredita que é uma pessoa que sofre muito, por tudo e por nada; acredita que nunca consegue nada, nunca anda para a frente.

Essa pessoa, naturalmente suscita nos outros vontade de ajudar, mas ela nunca aceita nada. Nunca se acha merecedora de nada, nunca consegue aproveitar uma única sugestão dos seus amigos, uma única oportunidade. Apesar de estar sempre a pedir ajuda desesperadamente, nunca consegue sair de onde está. Tem pena dela própria, não se acha merecedora.

Essa autopiedade não é desta vida, é de outra vida. Mas nesta vida ela vive com isso. Vive bem com isso.

Com todo esse sofrimento e penitência ainda consegue imensa atenção dos outros. Os outros, por sua vez, chegam ao ponto em que se cansam de ajudar, de levantar o moral, e começam a perceber que a autopiedade não é um estado, uma situação passageira. É um modo de vida. Afastam-se, deixam de dar atenção. Começam a julgar e a ter pena. Pena mesmo.

Quero com isto dizer que as pessoas que trazem o arquétipo da auto-piedade atraem situações de piedade. Eu tenho pena de mim, atraio que os outros tenham pena de mim.

O que vai, volta. O que vai, volta sempre. Por isso é que te digo que devemos cuidar do que vai, para que não volte nunca mais.

Este Jesus Cristo Que Vos Fala, Livro 3/ A Era da Liberdade,
Alexandra Solnado

sábado, março 29

Poesia sem sabor



Poesia sem sabor






Por mais que eu queira, não sei das verdades à luz do dia.
Tudo o que eu queria era a poesia que existia em acordar apressada, pintar os olhos, alimentar os filhos, estacionar numa vaga qualquer, e sorver os rostos que não se sabiam observados.

Felicidade não rima com poesia.
Poesia só aparece quando sobra tempo, quando já não se está ocupado sendo feliz.

O silêncio tem sempre dois significados, e a saudade é a mortalha derradeira de um tempo que não se quer findo.
A saudade tem mania de aguçar a memória, de pintar os dias idos de cor-de-rosa, e acinzentar o que não tem mais.

Meu tempo não segue as folhas do calendário, e hoje não me entendo em vinte e quatro horas.
Nada me alegra tempo suficiente para virar lembrança.
Nada me pertence ou me é destinado.
É como se a areia da ampulheta tivesse acabado e eu não tivesse me dado conta.

E daí?
Preciso apenas escrever lembranças e versos com sabor de gestação.
Preciso das gargalhadas e dos choros de madrugada, dos beijos nas manhãs despercebidas, da sensação de segurança e proteção de um amor prometido.

A mulher feiticeira está distante das fogueiras,
e a poesia foi dormir mais cedo, numa cama pequena, que não me cabe,
sob um edredom macio com cheiro de novo.

Não sei mais nada desde há muito tempo, quando a areia deixou de escoar os sonhos, e todos os vidros se partiram em estilhaços de passado.
O tempo passa, mas não tenho mais vontade de viajar na incerteza, depois de todas as certezas desfeitas.

As paixões deixam gosto amargo e palavras soltas.
Deixam imagens desconexas e sensação de fracasso.

Não existe verso que me devolva a ilusão.
Não quero mais verdades e descobertas, quero a mentira que me embalava os anos e me definia os horizontes.
Onde estão as ilusões?
Onde os planos e sonhos de madrugadas à luz de velas?

Mas eu sei que o meu trem passou em disparada, me deixando na estação, sem nome e sem rumo.

Não posso voltar e não sei para onde ir.
Então me sento no banco, ao lado de tantos indigentes que, no fim das contas, amaram.

Vizinha da "bola da vez" do turismo, a "antiDubai" Khasab tem golfinhos, penhascos e sossego

30/03/2008 - 08h08

Vizinha da "bola da vez" do turismo, a "antiDubai" Khasab tem golfinhos, penhascos e sossego

SHARON OTTERMAN
New York Times Syndicate

Daryl Visscher/NYT

Lanchas no porto de Khasab, a vizinha tranqüila de Dubai

Lanchas no porto de Khasab, a vizinha tranqüila de Dubai

Dirigindo por um penhasco rochoso vermelho, com profundos desfiladeiros escancarados abaixo, uma pessoa poderia ser perdoada por confundir este lugar escarpado com Utah. Mas esta é a península de Musandam, em Omã, uma terra árabe de mares imaculados, picos irregulares e, por ora, poucos turistas. Mas sua proximidade da badalada Dubai, a apenas duas horas ao sul, e uma estrada moderna significam que mais desenvolvimento está a caminho.

Separada do restante de Omã pelos Emirados Árabes Unidos, o terreno montanhoso se projeta como a proa de um navio no estreito de Hormuz, que liga o golfo Pérsico ao golfo de Omã. O contraste com seu vizinho rico em petróleo é visível tão logo você cruza a fronteira. Guindastes de construção e fábricas de cimento dão lugar a uma estrada de duas faixas que abraça as águas tranqüilas do golfo. A estrada passa por plantações de tâmaras e pequenas aldeias que se estendem até os wadis, vales profundos de calcário abertos pelas inundações sazonais ao longo de milênios.

Khasab, um porto eclético, é a maior cidade e capital da península, com cerca de 19 mil habitantes. Com três hotéis, ela também é o mais próximo de um centro turístico. No pequeno centro da cidade, mulheres omanis com lenços de cabeça pretos esvoaçantes atendem nos balcões das lojas. Homens omanis usando chapéus com bordados complicados comem em restaurantes simples, freqüentemente com co-proprietários e funcionários de origem indiana. O Shamaliah Grill and Restaurant (tel. 968 2673-0477) oferece um delicioso e doce suco de abacate e saborosos maqbous, um prato de arroz e carne semelhante ao biryano indiano. (Com apenas duas ruas, endereços formais de rua freqüentemente não são usados em Khasab, mas encontrar as coisas é fácil.)

Golfinhos podem ser avistados facilmente nas águas azuis das baías. Várias empresas de excursões, incluindo a Dolphin Travel and Tourism (tel. 968 2673-0659; www.dolphintourism.net), ficam localizadas no Khasab Hotel e levam os turistas em dhows (barcos típicos de madeira) para nadar e mergulhar com snorkel (20 riais por pessoa por um dia inteiro, ou cerca de US$ 53 com o rial omani valendo US$ 2,64). Outra empresa, a Extra Divers (tel. 968 2673-0501; www.musandam-diving.com), no Golden Tulip Resort, oferece viagens para mergulho com scuba aos recifes de coral, onde são encontrados o albacora-laje (um tipo de atum) e cardumes de barracudas.

Em terra, os penhascos atraem. A Dolphin Travel oferece viagens de meio dia por uma trilha escarpada até o ponto mais alto da região, o Jabel Harim de 2.072 metros. Ou você pode alugar seu próprio veículo com tração nas quatro rodas em pequenas locadoras na cidade, como a Al Jerez al Fedhi Rent a Car (tel. 968 9551-7900) por cerca de 20 riais por dia. Escale por cachoeiras secas e encostas cheias de matacões para chegar a oásis como Rawdah Bowl, onde trevos florescem no inverno sob a cobertura de acácias. No caminho de volta, fique atento às maravilhosas vistas do mar ao pôr-do-sol nos caminhos em ziguezague de Khor Al-Najd.

Encontrar vagas nos meses mais frescos pode ser difícil, então faça reservas com antecedência. O Golden Tulip Resort Khasab (tel. 968 9268-6536; www.goldentulipkhasab.com), a poucos quilômetros fora da cidade, é o melhor de todos, com diárias dos quartos duplos a partir de aproximadamente 90 riais. O quadrado Khasab Hotel (tel. 968 2673-0271; www.khasabhotel.net) oferece uma opção mais em conta, com quartos duplos sem frescura a partir de 35 riais.

O centro de Khasab é livre de lojas de souvenires, mas isso poderá mudar. Em julho, a Oman Air dobrou o número de vôos semanais saídos de Mascate, a capital, de dois para quatro. Há discussão sobre a construção de hotéis de luxo no principal porto de Khasab, perto de um restaurado forte português do século 17 que agora abriga um museu.

Mas, por ora, o balido das cabras é o barulho mais alto nos vales rochosos. "Toda vez que vou para Dubai, eu acho, eu quero voltar", disse Shajahan Abdul-Aziz, 30 anos, que estava trabalhando em um minúsculo cibercafé em Khasab. "É calma e pacífica. Sem problemas."

Tradução: George El Khouri Andolfato


Machu Picchu, cidade sagrada dos incas



Machu Picchu, cidade sagrada dos incas, encanta os visitantes com a sua combinação de natureza, história e mistério
Arte UOL
Franceses, chineses, australianos, americanos, argentinos, brasileiros. Os habitantes da enigmática Machu Picchu são mesmo os turistas vindos de todas as partes do planeta. Sua peculiar beleza natural e arquitetônica, somada ao manto de mistério que se criou em torno da sua origem, transformou a cidade sagrada dos incas em um dos destinos turísticos mais populares do mundo.

A construção erguida no século 15 pela antiga civilização incaica atrai quase um milhão de visitantes por ano ao Peru, tornando-se o roteiro ideal para diferentes gostos e bolsos. É o principal objetivo dos mochileiros que querem explorar as mais belas paisagens da América do Sul. Todo aventureiro que se preze tem uma foto sua com as ruínas ao fundo. O empresário megamilionário Bill Gates também tem. Ele faz parte de uma lista de afortunados que podem pagar a valiosa diária do único hotel com vista para o complexo arqueológico, o Machu Picchu Sanctuary Lodge.

Todos parecem ter a mesma opinião sobre o Santuário Histórico de Machu Picchu, como é oficialmente chamado: o lugar emite vibrações positivas que fazem do passeio um momento mágico, sem igual. Nos últimos anos, grupos esotéricos e religiosos vêm escolhendo o santuário como ponto de encontro para a realização de suas práticas místicas.

Boa parte dessa sensação está relacionada ao fato de o visitante saber que está penetrando em um lugar cuja história escrita não existe e onde muito pouco se conhece sobre sua criação. Por que os incas construíram, ocuparam e logo abandonaram a vila de pedra de quase um quilômetro de extensão são segredos ainda sem respostas.

A cidade perdida dos incas, como é apelidada, permaneceu oculta durante cinco séculos, até ser descoberta de forma casual, em 1911, pelo explorador norte-americano Hiram Bingham. No início, estudiosos pensavam que se tratava de uma fortaleza, mas com o avanço das escavações descobriram que a maioria dos esqueletos eram de mulheres, surgindo a hipótese de o lugar ter sido um monastério para as "virgens do Sol", personagens fundamentais da vida religiosa dos incas.

Depois os pesquisadores sustentaram que o local foi feito para a observação dos astros. O monumento de pedra Intihuatana, que significa "lugar onde se amarra o Sol", era usado como um relógio solar para marcar as estações do ano. Estudos mais recentes defendem que a cidadela foi, como as pirâmides dos faraós do Egito, um ostentoso mausoléu construído para Pachakuteq, fundador e primeiro imperador do extinto Império Inca.

Em meio a tantas especulações, uma certeza: a cidade, construída a 2.350 metros de altitude dos Andes peruanos, era um lugar sagrado, onde somente o inca, a nobreza, os sacerdotes e as mulheres escolhidas podiam entrar.

No caminho dos incas

Hoje, percorrer a famosa trilha que liga Cusco, a capital incaica, até Machu Picchu significa refazer a rota desses antigos habitantes andinos. O percurso, que faz parte da rede de caminhos que uniam os principais centros administrativos e religiosos do império, é um espetáculo à parte.

O trajeto mais popular dura quatro dias e dá ao caminhante a oportunidade de admirar uma paisagem natural que alterna o andino e o amazônico, além de encontrar restos arqueológicos jamais estudados. A trilha, que guarda segredos inimagináveis, é uma velha conhecida dos viajantes e figura entre os melhores destinos para a prática de trekking no mundo.

A opção para quem não quer fazer muito esforço físico ou está com pouco tempo ou prefere serviços que abusam do conforto é chegar até as famosas ruínas pelos trilhos de ferro. Todos os dias, pela manhã, saem de Cusco diferentes tipos de trem a caminho de Águas Calientes, vilarejo que serve de apoio logístico ao santuário. São quase quatro horas de viagem, que podem ser feitas no luxuoso "Hiram Birgham" ou no descontraído "backpacker".

Em qualquer uma das escolhas, o viajante será facilmente conduzido a refletir sobre a impressionante sabedoria inca, que há muitos séculos conseguiu alcançar a harmonia entre o conhecimento científico e espiritual, entre o homem e a natureza.

Saiba mais

- Machu Picchu, que em quechua significa "velha montanha", foi reconhecida pela Unesco, em 1981, como Patrimônio Cultural e Natural da Humanidade. Em 2007, foi eleita uma das Sete Novas Maravilhas do Mundo pela New Open World Corporation (NOWC).

- O território do Santuário Histórico e seu entorno abarcam diferentes pisos ecológicos que correspondem às regiões andina e amazônica. A área de fronteira entre esses dois importantes ecossistemas é chamada de Ceja de Selva e apresenta uma das maiores biodiversidades do mundo. Com mais de 32 mil hectares, Machu Picchu tem 10% das espécies de flora e 20% das de fauna que existem em todo o Peru.

- "Soroche" é a expressão usada para denominar o mal-estar provocado pelas grandes altitudes. Para evitá-lo é recomendável andar bem devagar e beber muita água e chá de coca, tradicional bebida inca. Há aqueles que preferem mastigar as folhas da planta colocadas no canto da boca do lado interior da bochecha.

- O Santuário Histórico de Machu Picchu pertence ao departamento de Cusco, província de Urubamba, distrito de Machupicchu. Suas ruínas estão localizadas do lado leste da montanha de mesmo nome.

- O clima da região é semitropical e a temperatura média durante o dia é de 16ºC. Nas noites de inverno, o termômetro chega a registar números negativos. Há duas estações bem marcadas: a época de chuvas, de novembro a março, e a de seca, de abril a outubro.

GRUPO DE DISCUSSÃO


Machu Picchu
Você já foi para a cidade inca? O que achou?

NO UOL

quarta-feira, março 26

Entrevista: 'O gosto amargo dos sonhos', com Amós Oz

Entrevista: 'O gosto amargo dos sonhos', com Amós Oz
O escritor Amós Oz fala de Israel e Palestina, o sonho do sionismo e como os políticos ouvem os artistas e depois esquecem tudo o que eles ouviram.
Amós Oz é um escritor israelense de fama internacional cujos trabalhos têm sido traduzidos para mais de 45 línguas. Em maio, com o roteirista Tom Stoppard e com o Vice-Presidente Al Gore, ele receberá o prêmio Dan David, totalizando três milhões de dólares. Oz, 69, que ensina literatura na Universidade Bem Gurion, no sudeste de Israel, foi citado pelos juízes por "retratar os eventos históricos e ao mesmo tempo enfatizar o individuo e a exploração pessoal do trágico conflito entre duas nações". Membro fundador do Movimento Paz Agora, Oz tem sempre estado à frente da dificuldade israelense referente à identidade e defende com fervor uma solução para os dois Estados.

Ele recentemente deu uma entrevista à Joana Chen, da NEWSWEEK, na sua casa em Tel Aviv, sobre literatura, política e sobre as vozes dos mortos que não se vão.
NEWSWEEK: O que você acha que faz a sua escrita tão acessível para as pessoas do mundo inteiro?

Amós Oz: Eu acho que há algo universal no provincial. Meus livros são muito locais, mas de um modo estranho, eu acho que o quanto mais local, paroquial e provincial, mais universal a literatura pode ser.


Por que tão poucos livros seus tem sido traduzidos para o Árabe?

A tradução árabe é tão importante para mim quanta outra qualquer. É aquela que eu me envolvo mais.

Infelizmente, há uma parede de resistência nos países árabes. Muitos editores árabes não tocam em nada vindo de Israel, não importa se vem dos falcões [radicais] ou das pombas [diplomáticos]


O que você fez para remediar isto?

"De amor e trevas" é agora traduzido para o Árabe pela família de George Khoury, um aluno israelense palestino que levou um tiro na cabeça por terroristas que o confundiram com um judeu enquanto ele estava praticando seu "jogging" em Jerusalém.

Eu estou muito tocado por isto e pela nobre decisão da família de tratar esse livro como uma ponte entre as nações.

Japoneses caçam metade das baleias previstas


A época da caça à baleia está quase a terminar e só foram capturadas menos de metade das 985 previstasAs acções da Greenpeace no Antárctico conseguiram frustrar os planos da Agência de Pescas Japonesa.
Durante a presença do navio da Greenpeace, os baleeiros não conseguiram matar baleias durante vários dias

segunda-feira, março 24

Abençoa com alegria cada oportunidade evolutiva.



Abençoa com alegria cada oportunidade evolutiva.

A dor enfrentada com resignação diminui de intensidade, tanto quanto
Nunca te alcançam os sofrimentos que não mereças, assim como não passará pela Terra, em regime de exceção, sem os enfrentares.
As Leis de Deus são iguais para todos.
Substituindo o amor que escasseia, a dor é a mestra que impulsiona ao avanço.

Pelo espírito de Joanna de Ângelis

Psicografado por Divaldo P. Franco

quarta-feira, março 19

Dalai-lama, dalai lama ou Dalai Lama? Por Paulo Ramos


Dalai-lama, dalai lama ou Dalai Lama?
Por Paulo Ramos
Faço hoje algo inédito nesta coluna.Reproduzo texto de 2006 sobre a grafia de "dalai-lama", novamente em pauta em razão do que se noticia sobre o Tibete.Segue o texto:***A língua portuguesa possui alguns temas delicados de trabalhar. São casos em que há opiniões divergentes, todas igualmente válidas. É um desses assuntos que a coluna vai abordar. Como se escreve "dalai-lama"?Minha proposta é apresentar alguns pontos de vista e deixar as conclusões para o leitor.Começo com o argumento de quem escreve com maiúsculas. A opção encontra reforço na grafia de outras entidades religiosas, como Deus e Maomé. Por representar Buda, a lógica abonaria a forma "Dalai Lama".Os dicionários -nosso segundo ponto de vista- registram "dalai-lama" com hífen e em minúsculas.


Justificativa: trata-se de um título religioso, tal qual papa. Por isso, minúsculas.


Como é um nome composto, vem grafado com hífen. É assim que aparece no "Aurélio", no "Houaiss" e no "Vocabulário Ortográfico da Academia Brasileira de Letras". Foi a construção que utilizei para abrir este texto.A imprensa -o terceiro ponto de vista- tem grafado a palavra das duas formas. A "Folha de S.Paulo" discutiu o assunto durante a elaboração de seu manual de redação. Optou pela forma dicionarizada: minúsculas e hífen.Certamente há outras opiniões a respeito (tão relevantes quanto as lidas aqui). Selecionei três, que são suficientes para confirmar o que escrevi no início desta coluna. O brasileiro está muito acostumado a respostas prontas quando o assunto é língua portuguesa. Na prática, nem sempre é assim.Um abraço,Paulo Ramos

Paulo Ramos
Paulo Ramos é jornalista, professor e consultor de língua portuguesa do Grupo Folha-UOL



E-mail: peramos

Discurso do 1º Ministro Australiano à comunidade Muçulmana


Discurso do 1º Ministro Australiano à comunidade Muçulmana.

Aos Muçulmanos que querem viver de acordo com a lei do Sharia Islâmico foi-lhes dito muito recentemente para deixarem a Australia, no âmbito das medidas de segurança tomadas para continuar a fazer face aos eventuais ataques terroristas.

Aparentemente, o Primeiro Ministro John Howard chocou alguns muçulmanos australianos declarando que apoiava agências-espiãs encarregadas de supervisionar as mesquitas da nação.

Citação: .

' OS IMIGRANTES NÃO-AUSTRALIANOS, DEVEM ADAPTAR-SE.

É pegar ou largar !

Estou cansado de saber que esta nação se inquieta ao ofendermos certos indivíduos ou a sua cultura.

Desde os ataques terroristas em Bali, assistimos a uma subida de patriotismo na maioria do Australianos.

A nossa cultura está desenvolvida desde há mais de dois séculos de lutas, de habilidade e de vitórias de milhões de homens e mulheres que procuraram a liberdade.

A nossa língua oficial é o Inglês; não é o Espagnol, o Libanês, o Árabe, o Chinês, o Japonês, ou qualquer outra língua.

Por conseguinte, se desejam fazer parte da nossa sociedade, aprendam a nossa língua!' .

'A maior parte do Australianos crê em Deus.

Não se trata de uma obrigação cristã, de influência da direita ou pressão política, mas é um facto, porque homens e mulheres fundaram esta nação sobre princípios cristãos, e isso é ensinado oficialmente.

É perfeitamente adequado afixá-lo sobre os muros das nossas escolas. Se Deus vos ofende, sugiro-vos então que encarem outra parte do mundo como o vosso país de acolhimento, porque Deus faz parte da nossa cultura.'

'Nós aceitaremos as vossas crenças sem fazer perguntas.

Tudo o que vos pedimos é que aceitem as nossas e vivam em harmonia e em paz connosco.

ESTE É O NOSSO PAÍS, A NOSSA TERRA, E O NOSSO ESTILO DE VIDA'. E oferecemos-vos a oportunidade de aproveitar tudo isto.

Mas se vocês têem muitas razões de queixa, se estão fartos da nossa bandeira, do nosso compromisso, das nossas crenças cristãs, ou do nosso estilo de vida, incentivo-os fortemente a tirarem partido de uma outra grande liberdade autraliana, : 'O DIREITO de PARTIR.'

'Se não são felizes aqui, então PARTAM.

Não vos forçamos a vir para aqui.

Vocês pediram para vir para cá.

Então, aceitem o país que vos aceitou.'

(Talvez se fizéssemos circular isto entre nós, entre todos os cidadãos do mundo, encontraríamos o meio de falar e espalhar as mesmas verdades.

A comissão Bouchard-Taylor deveria inspirar-se nesta declaração antes de qualquer outra.)

Circula, se concordares.

segunda-feira, março 17

Renascimento - A lenda do Judeu Errante

16 de Março de 2008

Literatura Fantástica resgata uma conspiração renascentista em aventura inédita
O que você faria se tivesse um negócio na Internet e quisesse que crescesse?
Esse foi o pensamento de Roger Briggs, filho de uma família de judeus, quando colocou um anúncio num jornal em busca de investidores para sua loja virtual. Quando o misterioso pesquisador dos sonhos, conhecido como dr. Varshae, apareceu oferecendo mais do que Roger precisava, a desconfiança foi imediata. Mas o dinheiro estava garantido por seu advogado, que disse estar tudo de acordo.

A única condição de Varshae era que o novo sócio fosse com ele para Roma, a cidade eterna, para comemorar a nova fase do empreendimento.

E que a simpática noiva de Roger, Liz, fosse junto.
Roger informa Liz e a irmã dela, Emile, de que passarão um fim de semana na bela Itália.

Liz está fascinada com as perspectiva de passar alguns dias na Europa, de onde saiu após a morte de seus pais no atentado de 2004 em Madri.

Emile, recém-convertida ao kardecismo, não vê tal viagem com bons olhos. Mesmo assim resolve acompanhar o casal.
Em Roma um frade franciscano, que Emile conheceu em São Paulo, aparece, sempre de olho.

Há uma certa atração entre o religioso e Emile, algo que ela explorará como se fosse uma curiosidade, mas que amedronta ele.

Afinal, o frade não pode decepcionar seu mestre nem deixar de fazer o quem ele manda.
Apesar da amizade entre Roger e Varshae ainda estar tomando forma, Emile se convence de que forças sobrenaturais podem estar em ação.

Em contato constante com seu orientador espírita, ela usa seus conhecimentos sobre a doutrina do espiritismo para identificar melhor a ameaça que paira sobre suas cabeças.
Até que o grupo vai assistir uma palestra numa pensão próxima ao Vaticano ministrada pelo frei Edgar, o “gatinho” de Emile. O assunto não poderia ser mais estranho: a lenda do judeu errante, o homem que foi amaldiçoado por Cristo por recusar-lhe descanso.

No intervalo do evento Liz é seqüestrada e um bilhete incita Roger para que vá até Florença, onde ele poderá resgatar sua noiva e conhecerá mais sobre o passado de seus pais.
Apenas Varshae sabe o que o perigoso frei Francis Cello, o mestre de Edgar, está planejando.

Algo que poderá levar a um confronto entre as almas de pai e filho que, um dia, foram inimigos mortais na Florença dos Médici.

E desse encontro a verdade sobre as atuais encarnações de cada personagem, bem como seus papéis nas atuais reencarnações, será revelado.

Com conseqüências desastrosas e um desfecho totalmente inesperado.
Numa narrativa que mistura elementos da história do
Renascimento italiano com conspirações religiosas, os personagens embarcam numa viagem que mostrará o que sua fé poderá fazer para salvar suas almas e saldar os débitos de vidas passadas.

Espiritismo, reencarnação e grandes nomes do Renascimento de Florença aparecem neste romance de mistério do mesmo autor do best-seller SOCIEDADES SECRETAS (que já vendeu mais de 70 mil exemplares) e INVESTIGAÇÃO CRIMINAL.


Sobre o Escritor:
Sérgio Pereira Couto é jornalista, escritor e especialista em esoterismo, história antiga e medieval e ciência criminal.

Foi editor e repórter de revistas como Ciência Criminal, Discovery Magazine, PC Brasil e Geek! Possui textos e artigos publicados em diversos veículos dentre eles Galileu e Planeta.

É autor de 17 livros, com mais de cem mil exemplares vendidos somente no país, entre eles os best-sellers Sociedades Secretas e Investigação Criminal.

Ventoforte - WMTF 2006 - Amsterdam pr estria 2

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Provérbios chineses

A honestidade é a unica
moeda que vale
em toda a parte

*******

Ninguém caminha
olhando as estrelas se tiver
uma pedra no sapato.

*******

Com um sorriso, a mulher
conquista uma cidade
e com outro, um reino.

*******

Os objectos oferecidos
retratam quem os deu.

Vento forte


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The Evens

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sábado, março 15

TEMPO DE BEBER PALAVRAS!

TEMPO DE BEBER PALAVRAS!

1.Procurando Deus

Entre o lusco-fusco dos mortais,

Rasgo a seda da mesmice e descubro

Que é superabundante o tempo de contemplar pessoas,

De abraçá-las, falá-las do salgado beijo da procura;

Porque despersuadi-las do insólito cuspe

Nada mais é do que travar

O lacre da revolta.

2.O galho recebe o pássaro,

O excremento extirpa do vento

A nódoa do cansaço: dúvida que contamina o orgasmo.

- Tempo! - Vento!

Por que as pessoas tornam-se cruas e covardes,

E não se compadecem dos estômagos retorcidos,

Porque nus e baldios?

3.Ponho fé que (já) madruga o gozo de contar estrelas.

Razão que (me) permite admirá-las, senti-las...

Proeza que (me) impõe o silenciar das algemas...

Cujo remover das grades de mira e gente

Não incita a morte e nem agride a insensatez do gatilho...

Porque aprendi que escrever é inventar estrelas,

É sugá-las à fórceps do vazio...

É desempossá-las das infinitudes,

É amontoá-las nas beiras-vidas...

É crê-las coxas hermafroditas,

E, fazer parte do jogo,

Não agride o encoberto.

4.Vida...

Oh! Vida!

Oh! Quadrante norte!

Oh! Pedra de ferir firmamento!

Devolvam-me a ausência do tempo...

Salvem-me do fogo e amedrontem a lenha

Que anima a derrota.

Cá, renovo-me no quebranto dos ancoradouros,

Escarro fumaça, poesias...

Soletro-as sem “pedir paga”.

Apascento-as.

Extirpo-as da expiação.

Poeto-as.~

Graúdo e ereto,

Ouso desacorrentá-las dos revoltos mares

Da espera.

Roço-as em gélidas faces,

Apimento-as.

O sacrifício é nada:

Creio-as cortantes...

Descreio-as sangrando...

5.As espadas amam-me em segredo,

O febril tendão asfixia cada pecado de mim

E as estrelas fervilham em meus olhos...

Porquanto sob o céu de desalojar pavor,

Busco-as redivivas a tempo de reinventá-las,

De apreciá-las descalças...

Porque chupá-las do metafísico alimento

É o que (ainda) importa.

6.- Esperança não me falte!

Vivo o tempo de beber palavras,

E as bebo por ti...

Benny Franklin

www.overmundo.com.br/banco/tempo-de-beber-palavras

Sermos tempo, ao relantim! Por Dalena GVL

Imagem do Google - Céu é seu limite.


Sermos tempo, ao relantim!


O tempo passa, mas só que o vemos ao relatin.
Tempo que perdemos por ninharias, pensam alguns,
Enquanto neste momento,nossos irmãos, sofrem na pele,
a dor da sobrevivência, em muitas partes do mundo,
Mas sempre, esperançosos que o mundo os ajude,
Tempo, não perdido, mas sim precisando de oxigénio e,

por isso, fica - se ao relantin.
Pois devemos poupar o oxigénio no nosso cérebro,
para quando passa a agrura da vida, está pronto para a nova luta.
Tempo, aonde usamos apenas, para repensar nas nossas vidas.
Tempo, para perguntar o que aqui viemos fazer?

Tempo para pensar e aprender.

E prontos, saíremos do relatin, para a nova tarefa.
Meu tempo, está oxigenado!


Dalena GVL
15/03/08

Erasmo Carlos e Marisa Monte

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YouTube - Renato Russo amp Erasmo Carlos - A Carta

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Aquilo que realmente somos

Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia.

Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas. Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 REIS e outra menor, de 2000 REIS.

Ele escolhia sempre a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.

Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e perguntou-lhe se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.

Respondeu o tolo:

- Eu sei, ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar a minha moeda.

Podem-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa:

A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.

A segunda: Quem eram os verdadeiros idiotas da história?

Terceira : Se fores ganancioso, acabas por estragar a tua fonte de rendimento.

Mas a conclusão mais interessante é: A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.

Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, o que realmente somos.

"O maior prazer de um homem inteligente é armar-se em idiota diante de um idiota que se arma em inteligente".

Erasmo Carlos-Mulher



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Mundo árabe boicota Salão de Paris

Mundo árabe boicota Salão de Paris
Escolha de Israel como homenageado provoca saída de quatro países e editores de outros; direção do evento lamenta "politização"
Entidades de escritores árabes e palestinos, além de representações de Irã, Iêmen, Arábia Saudita e Líbano, rechaçam salão
ANA CAROLINA DANI - COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DE PARIS O Salão do Livro de Paris, um dos maiores eventos literários da Europa, será inaugurado hoje para o público sem a participação de diversos países e editores árabes, que protestam contra a escolha de Israel como convidado de honra.
A seleção de Israel no mesmo ano em que se comemoram os 60 anos da criação do Estado hebreu é vista, por parte do mundo árabe, como um apoio velado à política do premiê Ehud Olmert, principalmente às incursões israelenses em territórios palestinos. Nas últimas semanas, as manifestações de protesto não pararam de aumentar, inclusive com vozes dissonantes mesmo entre intelectuais israelenses. A Isesco (Organização Islâmica para Educação, Ciências e Cultura) foi uma das primeiras entidades a se manifestar, pedindo publicamente aos seus 50 países membros que boicotassem o evento. A União dos Escritores Palestinos e a União dos Escritores Árabes, com sede no Egito, também pediram às editoras que cancelassem os estandes no salão, que segue até a próxima quarta-feira. Entre os países que se pronunciaram oficialmente, o Líbano, pedra angular da francofonia no mundo árabe, foi o primeiro a afirmar que não participaria do encontro em Paris, iniciativa seguida por Arábia Saudita, Iêmen e Irã. Editores de outros países, como Argélia, Marrocos e Tunísia, também cancelaram a presença. Para o escritor e conselheiro cultural da Embaixada do Líbano em Paris, Abdallah Naaman, os escritores oficialmente convidados para representar a literatura israelense não representam o conjunto da população. "Como explicar o fato de que todos os convidados escrevam em hebraico, quando sabemos que o árabe é muito presente no país, sem falar nos escritores que se exprimem em outros idiomas, como francês, russo e o inglês? A escolha do hebraico como única língua prova que uma parte importante da população é rejeitada", afirma ele. Entre os organizadores, o sentimento é de surpresa. "Não é Israel que é convidado, mas sim a literatura israelense", diz o presidente do salão, Serges Eyrolles, que lamenta o que chama de "politização" do debate e insiste sobre a casualidade entre a participação de Israel e o aniversário de sua criação como Estado. "
Tudo isso é uma grande coincidência. Eu mesmo só soube que neste ano se celebrava a criação de Israel em dezembro do ano passado." Mas o argumento não convence todos. "O chamado campo da paz, formado por escritores como Amos Oz e Yehoshua e Grossman, é uma falácia. Eles não deram uma só palavra sobre os ataques recentes na Faixa de Gaza, que são uma forma de legitimação moral e cultural da política de Israel", diz Eric Hazan, um dos donos da La Fabrique, uma pequena editora francesa que publica obras traduzidas do hebraico e do árabe.

Renato Russo e Erasmo Carlos - A Carta



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sexta-feira, março 14

Rihanna - Umbrella

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COMO VOLTAR A CHAMAR DEUS

COMO VOLTAR A CHAMAR DEUS


Deus é o início e o fim de tudo.
É a forma e a não forma, o início e o fim, sem deixar de ser o meio.
Como chamar Deus? Simples. Meditar, deixar o corpo desfazer-se, fundir-se com o Universo.

Quando o corpo se funde, a alma também se funde. Fazes parte do todo, de repente. É como se toda a tua energia gritasse:
"Deus, aqui estou eu novamente em ti".
É quando viramos mónadas, chispas de vida novamente, muito perto do ponto da encarnação. Nesse estado acedemos à memória da nossa alma, onde se funde o antes, o agora e o depois. Esse instante é para a alma o instante definitivo e final da nossa fusão com o divino, com o Universo.
Na alma, a fusão de que falei há pouco é a eternidade na eternidade.
Entreguem-se ao céu.

Pensem: cada coisa que eu faço no meu quotidiano, eu ofereço ao céu.

Ofereço à energia divina.

Ofereço o que eu quero ter.

Ofereço o que eu quero que a "Lei do Retorno" me devolva.

Assim, dia após dia, treina. Faz para o céu. Oferece ao céu. E verás como tudo muda.
Este Jesus Cristo Que Vos Fala, Livro 1/ A Entrega,Alexandra Solnado

Anedota

O velho machambeiro está em sua sala, proseando com um amigo, quando um menino passa correndo por ali.

Ele chama:

- Diploma, vai falar para sua avó trazer uma cafezinho aqui prá visita!

E o amigo estranha:

- Mas que nome engraçado tem esse menino!!! É seu parente???

- É meu neto!

Eu chamo ele assim porque mandei minha filha estudar em Maputo e ela voltou com ele.

Seu Jorge - Mariana


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Jorge Ben Jorge



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País Tropical -Acústico




quinta-feira, março 13

Marina de la Riva no Jô Soares quotTin Tin Deoquot

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Discurso do Ministro Brasileiro da Educação nos EUA

Discurso do Ministro Brasileiro da Educação nos EUA...
Este discurso merece ser lido, afinal não é todos os dias que um brasileiro dá um 'baile' educadíssimo aos Americanos...
Durante um debate numa universidade dos Estados Unidos o actual Ministro da Educação CRISTOVAM BUARQUE foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazónia (ideia que surge com alguma insistência nalguns sectores da sociedade americana e que muito incomoda os brasileiros).
Um jovem americano fez a pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um Brasileiro.
Esta foi a resposta de Cristovam Buarque :
'De fato, como brasileiro, eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazónia.
Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse património, ele é nosso.Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazónia, posso imaginar a sua internacionalização, como também a de tudo o mais que tem importância para a humanidade.
Se a Amazónia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro...
O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazónia para o nosso futuro.
Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extracção de petróleo e subir ou não seu preço.Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado.
Se a Amazónia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono ou de um país.
Queimar a Amazónia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais.
Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.Antes mesmo da Amazónia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo.
O Louvre não deve pertencer apenas à França.
Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo génio humano.
Não se pode deixar esse património cultural, como o património natural Amazónico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país.Não faz muito tempo, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre.
Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado. Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milénio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada.
Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a humanidade.
Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.Se os EUA querem internacionalizar a Amazónia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos também todos os arsenais nucleares dos EUA.
Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
Nos seus debates, os actuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a ideia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola.
Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como património que merece cuidados do mundo inteiro.
Ainda mais do que merece a Amazónia.
Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um património da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar, que morram quando deveriam viver.
Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo.
Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazónia seja nossa.Só nossa!

O Que é Depressão?


A depressão é uma doença "do organismo como um todo", que compromete o físico, o humor e, em consequência, o pensamento.A Depressão altera a maneira como a pessoa vê o mundo e sente a realidade, entende as coisas, manifesta emoções, sente a disposição e o prazer com a vida. Ela afecta a forma como a pessoa se alimenta e dorme, como se sente em relação a si próprio e como pensa sobre as coisas.

A Depressão é, portanto, uma doença afectiva ou do humor, não é simplesmente estar na "fossa" ou com "baixo astral" passageiro.Também não é sinal de fraqueza, de falta de pensamentos positivos ou uma condição que possa ser superada apenas pela força de vontade ou com esforço.As pessoas com doença depressiva (estima-se que 17% das pessoas adultas sofram de uma doença depressiva em algum período da vida) não podem, simplesmente, melhorar por conta própria e através dos pensamentos positivos, conhecendo pessoas novas, viajando, passeando ou tirando férias.Sem tratamento, os sintomas podem durar semanas, meses ou anos.O tratamento adequado, entretanto, pode ajudar a maioria das pessoas que sofrem de depressão.A Depressão, de um modo geral, resulta numa inibição global da pessoa, afecta a parte psíquica, as funções mais nobres da mente humana, como a memória, o raciocínio, a criatividade, a vontade, o amor e o sexo, e também a parte física.Enfim, tudo parece ser difícil, problemático e cansativo para o deprimido.A pessoa deprimida não tem ânimo para os prazeres e para quase nada na vida, de pouco adiantam os conselhos para que passeiem, para que encontrem pessoas diferentes, para que frequentem grupos religiosos ou pratiquem actividade exóticas.
Os sentimentos depressivos vêm do interior da pessoa e não de fora dela e é por isso que as coisas do mundo, as quais normalmente são agradáveis para quem não está deprimido, parecem aborrecedoras e sem sentido para o deprimido.A Depressão é medicamente mais entendida como um mal funcionamento cerebral do que uma má vontade psíquica ou uma cegueira mental para as coisas boas que a vida pode oferecer.A pessoa deprimida sabe e tem consciência das coisas boas de sua vida, sabe que tudo poderia ser bem pior, pode até saber que os motivos para seu estado sentimental não são tão importantes assim, entretanto, apesar de saber isso tudo e de não desejar estar dessa forma, continua muito deprimido.Portanto, as doenças depressivas se manifestam de diversas maneiras, da mesma forma que outras doenças, como, por exemplo, as do coração.Respondendo a pergunta inicial sobre o que é a Depressão?, podemos dizer: a Depressão é um Transtorno Afectivo (ou do Humor), caracterizada por uma alteração psíquica e orgânica global, com consequentes alterações na maneira de valorizar a realidade e a vida.

Depois dessa explicação seria interessante saber o que é o Afecto, já que a Depressão é uma doença afectiva.

O Que é o Afecto ?

O Afecto é a parte de nosso psiquismo responsável pela maneira de sentir e perceber a realidade. A afectividade é, então, o a parte psíquica responsável pelo significado sentimental de tudo aquilo que vivemos.
Se as coisas que vivenciamos estão sendo agradáveis, prazerosas, sofríveis, angustiantes, causam medo ou pânico, dão satisfação, etc., todos esses valores são atribuídos pela nossa afectividade.
Será através de nosso Afecto que o mundo, no qual vivemos, chega até nossa consciência com o significado emocional que tem para nós.A afectividade funciona como as lentes dos óculos através das quais enxergamos emocionalmente nossa realidade.
Através dessas lentes podemos perceber nossa realidade com mais clareza ou não, com mais colorido ou não, com mais esperança ou não e assim por diante. Há determinados estados onde a pessoa enxerga sua realidade como se estivesse usando óculos escuros, ou seja, tudo é percebido de maneira cinzenta, escura e nublada.
Outros percebem a realidade como se estivessem usando óculos cor-de-rosa, onde tudo parece mais exuberante.
Alguns vêem o mundo através de uma lupa, onde as questões adquirem dimensões maiores e assim por diantTendo em vista o fato da afectividade (lentes do óculos) ser diferente entre as pessoas, alguns sofrerão mais que outros diante de um mesmo problema.
Devido a essa sensibilidade pessoal diferente para com a realidade, cada um de nós reagirá à essa realidade também de maneira muito pessoal e diferente. Aqueles que se sentem ameaçados reagem de uma maneira, aqueles que se percebem inseguros de outra, os optimistas de outra ainda, os tímidos, os expansivos, os pensativos, os sentimentais e por aí à fora, cada um reagindo à vida de maneira própria e pessoal.
Deve ficar claro que a afectividade não pode ser simplesmente submetida à influência da vontade, portanto, ninguém deseja voluntariamente Ter um afecto depressivo, assim como, também, dificilmente alguém conseguirá melhorar seu estado afectivo simplesmente porque um amigo ou pessoa de sua intimidade lhe dê bons conselhos e palavras de optimismo.
A afectividade pode ser melhorada e adequada mediante dois procedimentos: com a utilização de medicamentos que actuam nos neurotransmissores e nos neuro receptores cerebrais e, através de práticas psicoterápicas e psicopedagógicas de aperfeiçoamento da personalidade.
Nesse último caso pleiteai-se que a pessoa passe a conhecer melhor as questões de suas emoções e de sua Depressão.
Através desse conhecimento pretende-se que a pessoa passe a melhorar sua relação com a realidade e consigo mesma.Devido ao afecto depressivo e negativo, as sensações físicas corriqueiras e habituais em qualquer pessoa são valorizadas pessimistamente nos deprimidos.
Uma simples tontura, por exemplo, apesar de ser um acontecimento perfeitamente trivial na vida de qualquer pessoa, é percebida como algo mais sério pelo deprimido, como uma ameaça de desmaio ou coisa assim. Por causa do afecto depressivo as pessoas passam a observar exageradamente o funcionamento de seus organismos.
Ora verificando o ritmo intestinal, ora prestando muita atenção às sensações vagas, aos formigamentos, às dores aqui e ali, às indisposições, palpitações e assim por diante.

Como é a Depressão ?
O quadro da Depressão é o mais variável possível, de acordo com a personalidade da pessoa deprimida.
Da mesma forma, como cada um de nós reage diferente aos sentimentos, cada um terá uma maneira pessoal de manifestar sua Depressão.
Há pessoas que ficam caladas diante das suas preocupaçõesO Que é o Afeto O Afeto é a parte de nosso psiquismo responsável pela maneira de sentir e perceber a realidade.
A afetividade é, então, o a parte psíquica responsável pelo significado sentimental de tudo aquilo que vivemos.
Se as coisas que vivenciamos estão sendo agradáveis, prazerosas, sofríveis, angustiantes, causam medo ou pânico, dão satisfação, etc., todos esses valores são atribuídos pela nossa afetividade.
Será através de nosso Afeto que o mundo, no qual vivemos, chega até nossa consciência com o significado emocional que tem para nós.
A afetividade funciona como as lentes dos óculos através das quais enxergamos emocionalmente nossa realidade.
Através dessas lentes podemos perceber nossa realidade com mais clareza ou não, com mais colorido ou não, com mais esperança ou não e assim por diante.
Há determinados estados onde a pessoa enxerga sua realidade como se estivesse usando óculos escuros, ou seja, tudo é percebido de maneira cinzenta, escura e nublada.
Outros percebem a realidade como se estivessem usando óculos cor-de-rosa, onde tudo parece mais exuberante.
Alguns vêem o mundo através de uma lupa, onde as questões adquirem dimensões maiores e assim por diante.
Tendo em vista o fato da afetividade (lentes do óculos) ser diferente entre as pessoas, alguns sofrerão mais que outros diante de um mesmo problema.
Devido a essa sensibilidade pessoal diferente para com a realidade, cada um de nós reagirá à essa realidade também de maneira muito pessoal e diferente. Aqueles que se sentem ameaçados reagem de uma maneira, aqueles que se percebem inseguros de outra, os optimistas de outra ainda, os tímidos, os expansivos, os pensativos, os sentimentais e por aí à fora, cada um reagindo à vida de maneira própria e pessoal.
Deve ficar claro que a afectividade não pode ser simplesmente submetida à influência da vontade, portanto, ninguém deseja voluntariamente Ter um afecto depressivo, assim como, também, dificilmente alguém conseguirá melhorar seu estado afectivo simplesmente porque um amigo ou pessoa de sua intimidade lhe dê bons conselhos e palavras de optimismo.
A afectividade pode ser melhorada e adequada mediante dois procedimentos: com a utilização de medicamentos que actuam nos neurotransmissores e nos neuro receptores cerebrais e, através de práticas psicoterápicas e psicopedagógicas de aperfeiçoamento da personalidade. Nesse último caso pleiteai-se que a pessoa passe a conhecer melhor as questões de suas emoções e de sua Depressão. Através desse conhecimento pretende-se que a pessoa passe a melhorar sua relação com a realidade e consigo mesma.Devido ao afecto depressivo e negativo, as sensações físicas corriqueiras e habituais em qualquer pessoa são valorizadas pessimista mente nos deprimidos.
Uma simples tontura, por exemplo, apesar de ser um acontecimento perfeitamente trivial na vida de qualquer pessoa, é percebida como algo mais sério pelo deprimido, como uma ameaça de desmaio ou coisa assim.
Por causa do afecto depressivo as pessoas passam a observar exageradamente o funcionamento de seus organismos.
Ora verificando o ritmo intestinal, ora prestando muita atenção às sensações vagas, aos formigamentos, às dores aqui e ali, às indisposições, palpitações e assim por diante.
Como é a Depressão quadro da Depressão é o mais variável possível, de acordo com a personalidade da pessoa deprimida.
Da mesma forma, como cada um de nós reage diferente aos sentimentos, cada um terá uma maneira pessoal de manifestar sua Depressão.
Há pessoas que ficam caladas diante das suas preocupações.~