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sábado, janeiro 17

Pensamentos de Allan Kardec

SRZD - Fé | Fé | 16/01/2009 14:25



SRZD-Fé selecionou para você alguns pensamentos e reflexões de Allan Kardec, Codificador da Doutrina Espírita.


"Fora da Caridade não há salvação. Isto é, a igualdade entre o shomens perante Deus, a tolerância, a liberdade de consciência e benevolência mútua".

"O Espiritismo se dirige aos que não crêem ou que duvidam, e não aos que têm fé e a quem essa fé é suficiente; ele não diz a ninguém que renuncie às suas crenças para adotar as nossas, e nisto é consequënte com os princípios de tolerância e de liberdade de consciência que professa. Por esse motivo não poderíamos aprovar as tentativas feitas por certas pessoas para converter às nossas idéias o clero, de qualquer comunhão que seja. Repetiremos, pois, a todos os espíritas: acolhei com solicitude os homens de boa-vontade; oferecei a luz aos que a procuram, porque com os que crêem não sereis bem sucedidos; não façais violênci à fé de ninguém, muito menos quanto ao clero que aos seculares, porque semeareis em campos áridos; ponde a luz em evidência, para que a vejam os que quiserem ver; mostria os frutos da árvore e deles dai de comer aos que têm fome e não aos que se dizem saciados".

"Reconhecei, pois, o verdadeiro espírita na prática da caridade por pensamentos, palavras e obras, e persuadi-vos de quem quer que nutra em sua alma sentimentos de animosidade, de rancor, de ódio, de inveja ou de ciúme, mente a si próprio se tem a pretensão de compreender e praticar o Espiritismo ."

"Fé inabalável é somente aquela que pode encarar a razão face a face, em todas as épocas da humanidade".

"Nascer, Morrer, Renascer ainda e Progredir sem cessar, tal é a Lei".

"Todo efeito tem uma causa; todo efeito inteligente tem uma causa inteligente; a potência de uma causa está na razão da grandeza do efeito".

"Sejam quais forem os prodigios realizados pela inteligência humana, esta inteligência tem também uma causa primária. É a inteligência superior a causa primária de todas as coisas, qualquer que seja o nome pelo qual o homem a designe".

"Reconhece-se a qualidade dos Espíritos pela sua linguagem; a dos Espíritos verdadeiramente bons e superiores é sempre digna, nobre, lógica, isenta de contradições; respira a sabedoria, a benevolência, a modéstia e a moral mais pura; é concisa e sem palavras inúteis. Nos Espíritos inferiores, ignorantes, ou orgulhosos, o vazio das idéias é quase sempre compensado pela abundância de palavras. Todo pensamento evidentemente falso, toda máxima contrária à sã moral, todo conselho ridículo, toda expressão grosseira, trivial ou simplesmente frívola, enfim, toda marca de malevolência, de presunção ou de arrogância, são sinais incontestáveis de inferioridade num Espírito".

"Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral, e pelos esforços que faz para domar as suas más inclinações".

"Melhorados os homens, não fornecerão ao mundo invisível senão bons espíritos; estes, encarnando-se, por sua vez só fornecerão à Humanidade corporal elementos aperfeiçoados. A Terra deixará, então, de ser um mundo expiatório e os homens não sofrerão mais as misérias decorrentes das suas imperfeições".

"Pelo espiritismo a humanidade deve entrar em uma nova fase, a do progresso moral, que é a sua consequência inevitável".

quarta-feira, janeiro 14

Desenho Aquarela do Brasil

quinta-feira, janeiro 8

Nós, a Casa e a Causa

Redação

Somos Espíritos imortais e perfectíveis, criados simples e ignorantes mas com o potencial de nos tornarmos sábios e benevolentes no curso da eternidade.
Nossa evolução é mediana; ultrapassamos a fase primitiva e nos encontramos na expiação e provas, a caminho da regeneração.
Nossas tendências, os pensamentos duvidosos que muitas vezes emergem em nossa mente, os sentimentos contraditórios que brotam de nosso coração, atestam que somos Espíritos ainda endividados diante da nossa própria consciência.
Num contraponto, nosso âmago clama por estágios mais avançados de felicidade.
Assim somos. E assim éramos quando nos preparávamos para a presente jornada reencarnatória, com o apoio da cidade espiritual de luz que nos acompanha há milênios em nosso gradativo desenvolvimento espiritual e moral.
Assumimos compromissos com a Espiritualidade; reencarnamos; e aqui nos encontramos, usufruindo das oportunidades novas que a Bondade Divina nos propicia.
Num determinado momento de nossa presente existência terrena, e não por acaso, tomamos conhecimento da Doutrina Espírita; sentimo-nos tocados, para alegria do Espírito guardião que nos acompanha, e de muitos outros Espíritos que nos amam.
Iniciamos o estudo da Doutrina que abraçamos, estudo esse que nos acompanhará até o último de nossos dias da presente jornada reencarnatória.
Sentimo-nos chamados ao trabalho na seara do Mestre, numa determinada casa espírita, em prol da causa do Cristianismo Redivivo, da Terceira Revelação, do Consolador prometido por Jesus.
Na casa-espírita, somos convidados ao exercício da caridade desinteressada, entendendo-a como uma oficina de trabalho, ao mesmo tempo que escola da alma e templo de oração e consolo.
A par do exercício da fraternidade, a nível ideal também exercitado em nossos lares e outros locais onde temos responsabilidades a cumprir, aguardam-nos tarefas, por mais simples que sejam, concomitantes aos estudos permanentes, no leque de atividades que a casa espírita realiza, e com as quais nos afinamos.
Na equipe de trabalho da qual passamos a fazer parte, cumpre-nos fazer a nossa parte no sentido de zelar pela elevação e manutenção do padrão vibratório da casa, célula máter do movimento espírita, atentos a uma postura cristã na maneira de falar, pensar e agir, sabendo que é esse padrão vibratório elevado que mantém a ligação da casa e seus trabalhadores com as equipes espirituais da cidade luz que amparam esse posto de trabalho.
O trabalho que a casa realiza e a imagem que ela passa tem a ver com a causa espírita, que facilita a fé raciocinada a todos que dela se aproximam e estudam.
Sua base é sempre Kardec, bem estudado, meditado, compreendido, tendo “O Livro dos Espíritos” como alicerce fundamental, “O Livro dos Médiuns” como roteiro seguro para os medianeiros – que o são vinte e quatro horas por dia –, “O Evangelho Segundo o Espiritismo” como orientador à conduta moral, formando o tríplice aspecto da Doutrina: filosófico, científico e religioso. Os livros “A Gênese” e “O Céu e o Inferno”, completam o pentateuco espírita.
Instruído pela essência da Doutrina, e com amor à causa, cuidará para que não haja desvios na, e da, casa espírita às finalidades precípuas para as quais foi ela criada.
Entendendo o alcance da causa, colaborará na divulgação da Doutrina por todos os meios que estiverem ao seu alcance.
Feliz Ano Novo a todos!
http://www.oclarim.com.br